28.01.2009 FLORESTAS DE CRISES

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Tenho dificuldade de abandonar hábitos e aceitar mudanças,, aceitar que a vida é dinâmica, e para cada estado existe uma fase em qual nosso espírito esta passando. Crises são naturais, mas complicadas de manipular, isso exige amadurecimento das emoções e controle do pensamento é isso leva tempo. Mudar é questão de atitude. Não se pode querer mudar, sem que um esforço repetitivo se ser diferente seja realizado. Fases, ciclos – evoluções. Evoluções com começo, meio e fim, que precisam estar abertos e fechados nos momentos certos, caso o contrário isso acaba deixando marcas que voltarão mais cedo ou mais tarde. Ciclos psicossociais tem causas identificáveis, a minha se chama trabalho e namorado. Crises = quebra do equilíbrio. E sair da posição cômoda, deixar essa zona de conforto pode ser muito bom. Esses momentos podem ser perigosos, mas transformadores. Precisamos aprender a gerir essas situações: expansão, recessão, depressão e recuperação pessoal. Tenho que tomar cuidado com o peso que do a mão pesada do destino, sem esquecer de analisar antes de escolher por impulso. É preciso aproveitar esses momentos para identificar problemas, saber o que incomoda, ou incomodou, e tirar proveito para as futuras situações. Não posso me acostumar, não preciso aceitar, mas posso trabalhar de outra forma. Minha vida pode ser tudo, menos um marasmo. Não gosto de conforto, mas busco minha estabilidade emocional.

blogvidasimples

Irritada sem motivo, primeiro autodiagnostico.

Atualizações de humor por minuto.Ligeiramente desanimada com as coisas. Uma tristeza sem motivo. E a grande energia desprendida no esforço de ficar bem..

 

Não consigo entender as coisas, e estou com dificuldade de controlar minhas emoções.

 

A verdade é que esta insegurança sobre o futuro, essa ansiedade, uma angustia muito forte gerada pela situação de estar sem uma atividade fixa, e por estar em casa é o motivo dessa bagunça toda.

 

Trabalhar, fazer o que eu gosto. Aplicar o que estudo para mim é questão de necessidade. Sobrevivência, de certa forma estar impedida de fazer isso é muito difícil. Por que isso me traz um prazer muito verdadeiro, faz muito sentido. Dou muito valor, preciso estar ativa…

 

Isso transparece a complicação de lidar com meus pais e suas posturas, formas de vida eu não consigo aceitar, me acostumar me conformar.

 

Não consigo entender como alguém pode agir como meu pai e não entendo com minha mãe, e suas repetições, pode aceitar. Suas pressões aliadas a falta de grana são situações que ainda não sei trabalhar. O tempo passa e a situação se agrava.

E sou carente por natureza, a cobrança é um estado natural e daí acabo às vezes entrando em um poço escuro e frio.

Culpo-me pelas situações e fico com a impressão de sempre fazer escolhas erradas.

 

É difícil entender e aceitar essas situações, não quero ficar de um lado por outro correndo com minhas “tarefas” para fugir dessa minha angustia que preciso saber lidar, transformar em força.

 

A vida é sofrimento, a felicidade é um estilo de vida, e tudo é passageiro. Mas, é fácil escrever e muito difícil trabalhar com isso. Ser feliz com o que a gente tem é realmente um dom.

 

O amor é outro balsamo perigoso!

Quando a gente choca a felicidade com algo que não esta bem parece que as energias positivas são descarregadas. Procurar só quando esta bem, quando tem tempo, quando é conveniente é ruim. Faz parecer que sou um enfeite.para relação estar bem, temos que fazer por onde, mas não apenas nos momentos que nos convem.

 

Às vezes, parece que o amor é realmente um remédio para mim. Um calmante um escape, e promove um estar bem um tanto quanto ilusório, artificial. Não posso correr para você toda vez que eu me sentir mal, não poso ficar com você pra esquecer o que esta me fazendo mal. É isso acontece.

 

Não quero me esforçar para me sentir bem.

 

Quero entender como o budismo pode transformar minha forma de ler o mundo….como posso conseguir aproveitar os momentos, o valor de estar e ter o que temos..traduzir e me fortalecer com o que acontece…

 

Só somos capazes de mudar nos mesmos…mudar os outros não nos compete…temos que nos libertar, sem dermos omissos e indiferentes..perdoar para ganhar espaço….

 

Que eu tenha força para desenvolver as 6 perfeições:

Generosidade, moralidade, paciência, entusiasmo alegre, concentração com consciência e sabedoria…

 

será que a minha alma sabe usar a percepção crítica para aprimorar situações ou relacionamentos? Ou será que critica por puro esporte?

Pepino

To escrevendo. E qual é o indicador da vez?

O mesmo de sempre! “Se escrevo, logo…algo esta mudando” e espero que não sejam mais uns quilinhos!

Faz mais de uma semana que decidi parar, não porque quis, mas simplesmente porque a bagunça tomou conta e estava me levando, como criança na água da bacia. Criatividade paralisada e manter objetos pessoais da irmã no meio são dois sintomas de que algo vai mal.

Daí o que de sempre: Pará tudo, desde todo mundo, e vamos começar do meio do furação! Estou lendo “Vida Liquida” e a cada página me enxergo mais, esse poder de reciclagem identidária, mas sem perder a essência! Mas ai vem a crítica dos laços fracos, dos relacionamentos e dos desligamentos frágeis, que a gente descarta sem sentir culpa! É isto é verdade, culpa é algo que eu não tenho.

Pá, tem um problema vai lá é corre atrás, mesmo que isso signifique atrasado, cansaço e escolhas mal feitas (daquelas que a gente nem enxerga como poderia ser diferente). Mas, esta me incomodando muito essa posição (que infelizmente nada tem a ver com sexo. Ps1: ressalvas necessárias, situação passageira) e decidi parar mais uma vez! Mas, agora é para tentar mostrar que aprendi ser assim. Minha mãe se acostumou com a Natália que perde a hora, não come carne, pega chocolate da encomenda escondido, fala que vai pro estágio, mas está em mais uma reunião do dês- movimento estudantil da EACH, aquela que janta sem tomar banho e fica pegando frases na Internet ocupando o pc.

E que posso aprender a ser melhor, não sei se querer isso é ruim, mas quero, e não tenho medo de querer.

Assim como não tenho mais medo de amar. E puta merda se cair da árvore desta vez a queda vai ser sensacional, uma vez que o menino meu amor é alto pra caramba! Assim como a sra. Beleza de amá-lo loucamente a cada minuto mais e mais.

Não sei se isso é amor, mas filho, o que mais pode ser!!??? Se alguém tiver a resposta por favor: nati.ga@gmail.com

Amo e amar é egoísta, descobri isso ontem na aula = terapia em grupo, em pleno sábado de manhã! Porque amar é ver e sentir no outro uma parte de si, e se ele esta bem eu estou bem, porque me sinto bem nele estar bem!

E assim eu quero ficar…ficando bem por ele estar bem. Isso pode acabar, isso pode se desgastar (pq no ritmo que a gente esta usando, ooôô) e isso pode aumentar ainda mais! E lógico tenho medo de todas as alternativas. Mas, do lado dele me sinto melhor, me sinto bem. Uma paz de chega a doer, que vazia anos que não sentia! E sei lá se algo parecido já existiu!

Poderia escrever um livro sobre como é bom gostar dele! Mas, por hoje é só.

Voltei a comer bem. A comer coisas saudáveis, mas a subtrair a porcaíada (Sem Danet, Nati). A reduzir aos poucos a poluição que existe dentro, ruídos que me impedem de ser um pouco mais coerente, com o que digo, faço, como e quero ensinar /aprender!

Alimentos que potencializam a imunidade: iogurte, cenoura, alho, zinco, cítricos e PEPINO!

Ps2: Ahhhh, parei de beber, a meta é ate o dia 19!

Ontem (15/07) encontrei o Felipe, de novo do metrô. A primeira reação foi, não acredito, não pode ser, mais uma vez o Felipe no metrô. Até já virou costume, mas não me lembrava, o quanto é bom encontrar ele pelas “pequenas” linhas de transporte da cidade. Lembro vagamente como foi da última vez… aquela sensação de nostalgia, saudável e gostosa que as lembranças traziam depois de se despedir dele. Agarrava-me na memória como uma forma de reviver aqueles anos bons.

Talvez, o Fê, seja uma forma, uma provocação, uma sinal, do tipo: “Natiiii lembra!!!”

Mas, lembrar daquela Nati, não é lembrar de uma fase, como um tempo bom, que passou e ficou. É como lembrar de um começo. Talvez, eles nem saibam, mas é diferente dos outros dois colégios que passei. Porque muito do que sou hoje, veio daqueles dias na gloriosa escola no centro velho de São Paulo. É desnecessário pensar neles como passado, porque mesmo longe, estão muito em mim. Parece muito recente e vai ser sempre assim. Talvez a intensidade daquele pequeno tempo, aquela vida que parecia um vagão de trem lotado, tenha deixado marcas mais do que indissolúveis.

Foi tudo tão intenso, e me afastei. Mas, um afastamento sem desligamento. Os cruzamentos da vida trouxeram elos que eu formei e que sustentam uma janela para esse mundo que vive radiante por aqueles que escolheram continuar.

Eles juntos já andaram tantos quilômetros que as relações mudaram e que novas parcerias se formaram. As minhas talvez estejam gastas pelos desencontros e convites perdidos. Chamados que o universo ou minha cabeça, andam me afastando. Mas, não me sinto mal por isso. Com muita tranqüilidade sinto que ali esta segura, a ponte para esta terra do nunca, onde o tempo parou para que a gente fosse muito feliz várias vezes. Eles foram especiais e nada mudou.

E só para variar não tinha só uma galera da casa do Japa, tinha a misturinha BOA e os todinhos de GA! Linda praça do por do sol…não menos maravilhoso, mas hoje com as vidas menos entrelaçadas. Sentimentos diferentes, para duas lembranças que foram tecidas na mesma vida, no mesmo lugar.

Lugar lindo que esta mudando… os prédios da FATEC estão sendo reformados finalmente. As fachadas restauradas e aquele aspecto de antigo e sujo, se transformando. A praceta continua igual, o porão do CA também. E passar ali, no mesmo dia que o Felipe entrou no mesmo vagão que eu, mais uma vez, me fez bem. Vez-me correr para o quartinho que eu guardo com carinho esse pedaço da minha vida. Esse ponto de partida. Deve ser a quarta vez que encontro o Lio. Mas, dessa vez mereceu o registro. Mesmo hoje, que eu tenho os minutos contatos para entregar a gloriosa Iniciação Cientifica. Queria poder saber em qual vagão do metrô estão as outras pessoas. será que a sorte virá num realejo?

Às vezes me incomoda um pouco ser assim. Mas, ser e transparecer, uma pessoa muito decidida, às vezes me incomoda. É como se eu tivesse sempre que estar pronta para decidir qual caminho seguir, ou para desviar o caminho, caso exista algum imprevisto. E sem perceber, totalmente sem controle, sempre tento pegar um caminho mais fácil para situações que para mim é tão obvio, esta tão na cara, que me aborrece a falta de rumo de algumas pessoas, como se só eu estivesse enxergando. Ou estou entendendo tanto que pego a trilha mais longa.

Isso acontece também, com meu sexto sentido super aflorado. E com a minha incapacidade de controlar meus músculos faciais e sempre ter uma expressão pronta. Sorriso ou apreensão que sinalize o quanto eu “aprovo” cada situação. Quando sinto uma pontinha de indecisão, paro logo e penso! Putz, alguma coisa tá errada. Caso, o contrário, sem dúvida nenhuma iria lá e faria. É incontrolável, a coisa flui, vou lá e levanto a mão, e falo sem olhar para os lados. Vou lá e cumprimento. Ligo. Entro na aula 1h30 atrasada. Viajo.  Vou à festa de meninos. Sem medo de ser feliz! Eu e meu eucentrismo. To aprendendo a aceitá-lo e aceitar mais outras coisas na minha vida.

Hoje vou procurar a palavra que se perdeu, que escapuliu entre meus dedos, que escorreu por minhas mãos. Eu hoje vou conter nas letras esse fluxo que não para de me levar pra longe daqui. Eu hoje vou ficar aqui quieta, enquanto frases se formam, enquanto parágrafos inteiros se fixam na tela. Alguns fogem. E eu deixo que fujam porque sei que posso recuperá-los, melhores, adiante. Não me desespero mais. Encontrei o leito por onde escoar o meu excesso.

[Assisti o filme Nome próprio ontem. Caso vc precise de cenas marcantes e repetitivas para se envolver. Vai gostar]

Trânsito S.A.

“Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira das ruas” Paulinho da Viola.

O Filme “EM TRÂNSITO” do Cineasta, Henri Gervaiseau, mostra o cotidiano de 15 pessoas no trânsito de São Paulo, buscando enxergar a vida dessas pessoas no trânsito. Entendendo esses processos como de sociabilidade, mostra com as pessoas se relacionam atualmente, com o trânsito é um canal para entender as pessoas. A pesquisa gerada pelo CEM (Centro de Estudos da Metrópole – ECA/USP) possibilitou entender com as pessoas lidam consigo mesma nas cidades.

Ir e vir é um direito. Explorar o trânsito como forma de expressão social é uma das possíveis lentes para se desenhar soluções mais sustentáveis, sob a percepção diversa do problema. As vidas retratadas no filme, nós mostra a complexidade e urgência de se conectar iniciativas ligadas à mobilidade urbana em prol da qualidade de vida. Cada personagem do documentário parece viver em uma cidade diferente. Qual é a sua?

Além de assistir o filme, Vale a pena conhecer o CEM.

É fato: Quando desejamos ilusões, não atingimos a verdade de nossos próprios desejos. Querer é racional e desejo não, mais um fato. Mas, escorpioninas sempre misturam muito isso. Só não podemos sofrer com o desejo, pois aí, acabamos querendo que as pessoas e as coisas sejam da forma “com que a gente quer”, como achamos que “deveria ser”. Como somos críticos para os outros, né?!

Fantasiamos e destorcemos as coisas. Mudamos tudo. E as pessoas perdem seu espaço e pomos tudo a perder. Faço muito isso. E sei que não tenho direito. Só preciso lembrar disso, assim como lembrar na importância de cuidar das pessoas, assim como quero que elas cuidem do mundo. Para que serve tanta crítica, se o tempo como vimos passa tão rápido?

As escolhas moldam nossas vidas, já dizia Shakespeare. A nossa liberdade começa onde termina a do outro. E como diz, meu chefe, “Respeito é para quem tem”!

Voltei a escrever. Sem pretensão nenhuma. Apenas por necessidade. Tudo passa tão rápido aos meus olhos, que escrever funciona como um possível botão “stop” nas cenas dos meus curtas-metragens. É uma forma de meu me aproximar mais com tudo o que vejo por aí. Estou levando a sério esta tal coisa de mudar. Também por necessidade, mas desta vez, com um certo grau de pretensão. Uma delas é que, às vezes, buscamos tratar bem as outras pessoas, mas esquecemos de nos tratar bem.

A gente corre tanto que já nem lembra o porque, e o como fazer melhor, o que fazemos sempre. Isso faz mal para tudo, e até para o exercício mental. Nos acomodamos muito fácil. E essa sensação me aborrece. Ficar parado e acomodado são posições normais, porque sempre buscamos estar seguro, frente aos outros e ao mundo. Com isso, a mente fica mais lenta para assimilar coisas novas, ariscar, ser criativa.

Fazer caminhos diferentes, comer de outra forma, nos dar direito à preguiça. São coisas que podemos mudar sempre. Ser previsível é muito pouco sexy. Tentar nos desprogramar é bem difícil, mas importante para que possamos limpar um pouco o nosso armário e abrir espaço para coisas novas.

Essa introdução vem de uma revista ainda pouco conhecida entre as nossas fontes acomodadas, de conhecimento em massa: a revista Vida Simples. Encontrei a edição de Setembro em um restaurante vegetariano na Lapa, e fui atrás dela, pois a matéria de capa era sobre: Ansiedade. E aqui entre nos, pelo menos o 1º passo de reconhecer o problema eu já dei. Agora estou reunindo esforços para mudar. Este texto é um canal. Fiquei feliz de ler a matéria, porque além de me ajudar, com mais um pouco de conhecimento sobre psicologia, me mostrou que o meu caso ainda não é patológico. Que bom!

Mas, tenho que me cuidar para que a idade e toda aquela perda de abertura para o mundo, não me impeça de ser eu. Não é muito meu perfil ficar pensando em produtividade /minuto, mas fico preocupada toda vezes que me pego agindo assim. Temos que tomar cuidado com as nossas raízes, com nossos afetos e manias. Não gosto da impressão de não ter tempo, não gosto da idéia de não conseguir fazer nada direito, por fazer várias coisas e ter a sensação de errar mais do que acertar. Não gosto de não aproveitar o momento e tenho que me segurar para não ficar o dia inteiro correndo de um lado para o outro.

Será que precisamos ser rápidos? Será que precisamos nos cobrar tanto? Quem disse? Quem cobra?

Ansiedade é muito boa para que a gente não se acomode no que incomoda. Por isso decidir denunciar ela, que em exagero me incomoda muito e tem reflexos diretos na saúde do corpo e da mente.

Sábias palavras foram ditas sobre a brevidade da vida, o irrecuperável tempo perdido e da fatalidade de sentir a vida passando sem que nos possamos perceber (Sêneca e Virgílio), e essa sensação de ampliação de aumento da velocidade do tempo, é gerada pela ampliação de informações acessíveis. Cabe muito mais coisa dentro de um mesmo espaço. E devemos usá-la como possibilidades e não como fontes de angústias.

O segredo não é novo. É preciso ter prioridades. E assim saborear o que a gente realmente gosta, o que realmente faz sentido para a nossa vida, sabendo que tudo acontece ao seu tempo. Para fazer bem alguma coisa é difícil fazê-la com muitas outras tarefas.

Ao ler esta matéria surge uma dúvida, ela diz que as pessoas querem fazer muitas coisas pensando no futuro, como se adiasse a vida. Mas, eu não. Esse amontoado de coisas que faço é pensando em aproveitar o hoje. Assumidamente da forma errada, penso que assim consigo viver mais intensamente. Por isso, defendo, o Desenvolvimento sustentável para as futuras, mas principalmente para as PRESENTES gerações. Será uma outra forma de ansiedade? E será que isso é uma forma de não encarar a mim mesmo e aos meus problemas?

Só sei que decide viver menos esta minha cultura aos pedaços, amor em doses homeopáticas, chega que tanta superficialidade. Credo!

“A repressão age como um agrotóxico” diz Chacal, nos impedindo de ser mais nós, de todos os lados recebemos tarefas que nos impedem de ser e ver o mundo. Auto-censura e medo nos prendem ao chão. Alcançar certas liberdades leva tempo. Ande por outro caminho hoje. Rompa seus paradigmas. Não deixe de reclamar, não deixe para manifestar sua opinião.

Adoro esta incerteza. Mas, que dilema é querer a mudança. Pois, quando ela chega, nossaa! quase morremos de tanta, angústia e nosso instinto de proteção nós puxa para o comodismo, para “o ficar aqui”, para o “não se envolver”. E assim, passamos a vida toda tentando equilibrar essas forças que existem no mundo e em nos mesmos.

Ainda quero responder a pergunta de forma correta e com calma, mas não devagar. Continuo desgostando de gente lerda. Uma mudança de cada vez. Sem transferência de culpa. Mudar dói.

Nati, por uma vida menos líquida.